Ativos externos líquidos

Ativos externos líquidos por país

Fonte de dados: Wikipedia/IMF 2024Unidade: % of GDPDireção: Maior é melhor

Comentário

Países em destaque

Timor-Leste se destaca por uma margem muito ampla, com 837,9% do PIB, bem à frente de Andorra (565,1%) e de um segundo grupo liderado por Kiribati e Noruega, ambos acima de 300%. No outro extremo, Moçambique tem a posição mais fraca, com -311,1%, seguido pelo Sudão, com -248,5%, e pela Mongólia, com -181,1%. Uma surpresa notável é a combinação de economias muito pequenas e centros financeiros avançados entre os líderes, enquanto vários países europeus ainda aparecem perto do fim da lista, incluindo Grécia e Montenegro.

Tendências regionais

A Oceania tem a posição média de ativos externos líquidos mais forte, com 64,84% do PIB, impulsionada por valores muito altos em Kiribati e Nauru. A Ásia (26,91%) e a Europa (12,13%) também apresentam médias positivas, जबकि a América do Sul (-25,9%), a África (-46,95%) e a América do Norte (-53,65%) têm médias negativas. A África mostra a média regional mais fraca e também reúne vários dos países com pior classificação, incluindo Moçambique, Sudão, Tunísia, Zâmbia e Cabo Verde.

Fonte de dados

Os dados vêm da Wikipedia/FMI 2024 e medem os ativos externos líquidos como proporção do PIB. A cobertura inclui 129 países. Os valores são expressos em % do PIB, e a distribuição é altamente dispersa, com média de -4,858 e desvio padrão populacional de 124.

Interpretação

Ativos externos líquidos mais altos indicam que os ativos externos de um país superam seus passivos externos por uma margem maior, enquanto valores profundamente negativos apontam para uma posição de devedor líquido em relação ao resto do mundo. Leituras positivas podem refletir fortes poupanças externas ou reservas de renda de investimento, mas valores muito altos também podem ser influenciados pelo tamanho do país ou por estruturas financeiras especiais. No geral, os dados mostram uma média global ligeiramente negativa entre os países cobertos, com grandes diferenças entre economias credoras fortes e economias fortemente endividadas.